Controle DJE e a multa de 5%: como evitar prejuízos e manter o controle

A implementação do Domicílio Judicial Eletrônico (DJE) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não é mais uma promessa para o futuro. É uma realidade impositiva que alterou drasticamente a gestão de prazos no Brasil. Com a conclusão do cadastro compulsório de milhares de órgãos públicos e empresas privadas, o controle DJE tornou-se o centro da estratégia de sobrevivência financeira de qualquer departamento jurídico. Conheça mais desse processo neste artigo da Alerte!
O controle das notificações
O momento atual não marca o fim dos métodos consolidados, mas exige uma gestão híbrida e atenta. Com a automatização das comunicações processuais, as empresas ganham celeridade, mas os advogados assumem uma responsabilidade redobrada.
A verdadeira eficiência reside na capacidade de integrar essas frentes: o monitoramento contínuo dos diários para o fluxo de despachos e a vigilância rigorosa dos portais eletrônicos para citações e comunicações que exigem ciência.
O principal foco reside na ciência eletrônica. Uma vez que a comunicação é disponibilizada no portal, o cronômetro começa a correr. Caso o responsável não confirme a ciência em até três dias úteis para citações e dez dias corridos para intimações, o sistema registra a ciência automática. Dessa forma, o prazo processual começa sem qualquer aviso adicional.
O risco de não manter um bom controle do DJE vai além do operacional e impacta diretamente o financeiro. Afinal, a falta de ciência dentro do prazo legal no portal pode gerar uma multa de 5% sobre o valor da causa. Em muitos casos, essa sanção pode alcançar cifras altas, dependendo do litígio.
O risco financeiro: a multa de 5%
A penalidade para quem não confirma a ciência de uma citação no DJE, sem justificativa, é severa. Nesse sentido, o Código de Processo Civil, reforçado pelas diretrizes do Conselho Nacional de Justiça, determina que a ausência de confirmação dentro do prazo de três dias úteis pode configurar ato atentatório à dignidade da justiça.
- impacto no caixa: uma causa de R$ 1 milhão pode gerar uma multa imediata de R$ 50 mil apenas por uma falha de monitoramento;
- controvérsias de prazos: no mercado jurídico, resoluções como a 569/24 trazem impactos complexos na contagem de prazos, tornando o controle DJE manual uma tarefa extremamente arriscada e propensa a erros de interpretação.
Como garantir o controle da ciência eletrônica?
Para evitar prejuízos e garantir a segurança jurídica, o departamento não pode depender da memória ou da verificação humana diária em múltiplos portais. O controle DJE exige uma abordagem tecnológica e automatizada.
A gestão eficiente permite:
- monitoramento contínuo: varredura diária no portal do DJE em busca de novas comunicações;
- ciência estratégica: acompanhar as novas comunicações em tempo hábil para garantir a melhor estratégia;
- vigilância: é importante garantir uma gestão que não seja pega de surpresa e que possa estar bem preparada para a defesa.
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O custo do erro no Controle DJE é alto demais para ser ignorado. A Alerte oferece a solução definitiva para o monitoramento e gestão do Domicílio Judicial Eletrônico.
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